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Fabrício Carpinejar .
Estava na mesa-redonda da Bienal do Livro do Rio de Janeiro. Ouvi atentamente  a palestra de Içami Tiba, colega de painel, que falou de modo elétrico, seguro e  convincente. É um orador no estilo de grande auditório, conciliando humor com  exemplos. Mas, em algum momento, ele disse: 'A família é como uma empresa'. 

Discurso de Sam Walton, fundador do WAL MART, fazendo a abertura de um programa de treinamento para seus funcionários.



" Eu sou o homem que vai a um restaurante, senta-se à mesa e pacientemente espera, enquanto o garçom faz tudo, menos o meu pedido.

O entrevistado é Roberto Shinyashiki, médico psiquiatra, com Pós-Graduação em administração de empresas pela USP, consultor organizacional e conferencista de renome nacional e internacional.

Nós já enfrentamos e sobrevivemos a muitas crises. Talvez já tenhamos perdido as contas sobre o número e a origem delas. Mas a maldita já nos surpreendeu diversas vezes enquanto assobiávamos distraídos virando alguma dessas esquinas da vida. Algumas, foram provocadas pelo petróleo, outras pela Rússia ou pela China, a maioria, geradas internamente, já que em matéria de crise, o Brasil sempre foi auto-suficiente. A tal ponto, que se não chegamos a ser fraternos amigos - nós e a crise - também não podemos negar que tenhamos nos tornado íntimos conhecidos.

Senhora que achou bebê também salva cães e gatos abandonados e cuida deles com carinho. Utensílios domésticos, brinquedos e até vasos de flores garimpados nas ruas são considerados verdadeiros tesouros

A aguardada biografia de Warren Buffett, à qual EXAME teve acesso exclusivo, expõe a construção da maior lenda das finanças de todos os tempos. Um homem que conseguiu multiplicar a fortuna em meio às piores crises.

Uma empresa entendeu que estava na hora de mudar o estilo de gestão e contratou um novo gerente geral. Este veio determinado a agitar as bases e tornar a empresa mais produtiva. No primeiro dia, acompanhado dos principais assessores, fez uma inspeção à toda empresa. No armazém todos estavam trabalhando, mas um rapaz novo estava encostado na parede com as mãos no bolso. Vendo uma boa oportunidade de demonstrar a sua nova filosofia de trabalho, o novo gerente perguntou ao rapaz:

Após anos no limbo, as marcas mais caras de produtos de consumo ganham força em todo o mundo

Raquel Salgado

Quem não fica com uma pontinha de raiva depois de ver um produto que acabou de comprar ser anunciado mais barato alguns dias depois? O cliente da rede mineira de varejo Ricardo Eletro não passa por isso. Na briga ferrenha pelo mercado baiano, Ricardo Nunes, dono da empresa, resolveu, no começo da semana passada, não só reduzir o preço anunciado de uma centrífuga em aço inoxidável, mas também devolver, em dinheiro, a diferença para aqueles que pagaram mais. O consumidor entrou na loja com a nota fiscal e saiu com R$ 20 no bolso - já que havia pago R$ 179 pelo produto e o preço foi reduzido para R$ 159.

Produtores falam da equação entre custos, impostos e preços de ingressos e sobre a polêmica gerada pelo fim do convênio com o Servas, que previa meia-entrada para doador de alimentos

As grandes potências dos descontos agressivos são obrigadas a mudar -- e a oferecer mais vantagens aos clientes

Valor Econômico . 18/09/2009 . Por Daniele Madureira

SÃO PAULO - Em ano de caos financeiro, não foram só os bancos de varejo, os bancos de investimento e as administradoras de cartão de crédito que perderam valor quando o assunto é influência da marca. Ícones do mercado de consumo, como as motocicletas Harley-Davidson, os cigarros Marlboro, os eletroeletrônicos Sony, a rede de cafeterias Starbuck ? s, a varejista de roupas Gap e os computadores Dell recuaram dois dígitos em valor de marca, segundo a 29º edição do levantamento Best Global Brands, realizado pela consultoria internacional Interbrand.

Lílian Cunha, de São Paulo.
Poucas empresas podem se dar ao luxo de subir seus preços e, ainda assim, ganhar mais clientes. É o caso da Diageo, fabricante e importadora de uísques de marcas famosas como Johnnie Walker, Buchanan´s e White Horse. A subsidiária brasileira da empresa britânica adotou a estratégia de anular descontos e até subir preços acima dos praticados pela concorrência. E deu certo, diz Eduardo Bendzius, diretor de marketing da Diageo.

Daniele Madureira . 13/06/2007

O Dia dos Namorados mal passou e uma pesquisa feita pelo psiquiatra Luiz Cuschnir, especialista na relação de gêneros do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), faz desvanecer qualquer ilusão feminina quanto ao romantismo dos seus parceiros. A pedido do Valor, o médico ouviu homens e mulheres de diferentes faixas etárias, classes sociais e graus de instrução acerca do que fariam com dinheiro sobrando. A idéia era saber se as respostas tenderiam para o investimento, literalmente falando, na relação do casal e na construção de uma família ou se remeteriam ao consumo individualista. Os resultados não deixam dúvidas de que homens e mulheres continuam tendo prioridades bastante diferentes: enquanto 40% delas investiria em uma viagem a dois, essa opção não foi escolhida por nenhum deles. O mais alto índice (38%) na lista de desejos do sexo masculino foi alcançado pela casa nova, opção apontada por apenas uma entre quatro mulheres.

Durante quase cinco anos, o ABN Amro Real perdeu dinheiro ao apostar no mercado de microcrédito. Agora, o jogo começa a mudar.

 

Lucienne Targat, da rede D'Or, do Rio: investimento de 1% do faturamento em marketing e máquina de R$ 3 milhões

Com incentivo fiscal e maior acesso a financiamentos, brasileiros ampliam compra de bens duráveis e mudam padrão de vida familiar Mesmo com a crise, cresceu parcela da população que possui itens como carro e produtos da linha branca, mostra pesquisa Data

Empresa oferece planejamento e "personal economist" para ajudar funcionário a deixar dívidas e passar à condição de investidor

Ele tinha uma apresentação em Power Point e vários amigos. Com isso, Marcelo Condé abriu uma empresa inovadora de tecnologia

Angelo Pavini - 24/11/2005.

A sorte está lançada para os investidores do Unibanco. A partir deste mês, eles poderão aplicar em um fundo que oferece sorteios de casas, carros e DVDs, o Poupe Ganhe. O investidor tem direito a um número a cada R$ 200,00 aplicados. Os sorteios são mensais, pela Loteria Federal. O primeiro prêmio é de R$ 70 mil, equivalente a uma casa, explica Paulo Vaz, diretor executivo da Unibanco Asset Management. São sorteados também quatro carros e aparelhos de DVD a cada mês. O banco adaptou uma carteira de renda fixa DI já existente, o Unibanco DI, para os sorteios.

Por Andréa Guimarães , para o Valor, de São Paulo

 
Executivos de bancos têm uma frase do cineasta Woody Allen que sacam ao deparar-se com clientes mais incautos. "Interessa-me o futuro por que é o lugar onde vou passar o resto da vida." Basta sentar à mesa do gerente e o ensinamento, brincam eles, é um brinde da casa. Essa é a síntese de uma difícil relação entre presente e futuro. Ao homem, satisfazer desejos de consumo imediatos é tão importante quanto construir bases financeiras sólidas para o fim da vida? Nesse dilema, a família brasileira parece ter mudado de postura. Indicadores como a evolução da indústria da previdência privada no país, do mercado de capitalização, além de pesquisas sobre o comportamento do consumidor revelam que pais e filhos já entendem perfeitamente que dinheiro é inelástico. Logo, o planejamento financeiro tornou-se obrigatório. Mais do que isso: cresce o entendimento de que o Estado pode não prover a segurança necessária na velhice. "Há uma mobilização maior entre os integrantes das famílias e em diferentes classes sociais", diz Manuel Lois, diretor da Spinelli Corretora.

Mães estão mais zelosas com a saúde financeira dos filhos. Algumas já preparam planos de capitalização quando ainda grávidas. Quanto mais cedo começar, melhor para a criança

A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) caminha para o seu quinto ano consecutivo de alta, o país está cada vez mais próximo de obter o tão almejado grau de investimento pelas agências classificadoras de risco e a taxa básica de juros (Selic) está em um dos menores níveis da história, 11,25% ao ano.

Por Daniele Camba - 13/02/2006. Corretoras usam formas criativas para se aproximar da pessoa física e falar sobre o mercado de maneira simples. Guilherme Horn (à direita) e Marco Melo, da Ágora: "Às vezes, um ou outro gagueja, fala de forma técnica ou fica torto na cadeira, mas já avançamos muito".

Temendo uma provável venda para o Santander, mais de 500 funcionários já deixaram a operação brasileira do ABN

Janes Rocha - 19/09/2005. O volume de crédito informal na economia está na casa dos R$ 146,7 bilhões, superior aos R$ 139 bilhões registrados pelo Banco Central como empréstimos formais concedidos pelo sistema financeiro às pessoas físicas. A estimativa é do consultor independente e especialista em crédito ao consumidor, Boanerges Ramos Freire, e considera as principais modalidades de empréstimos - aquisição de bens e de veículos, crédito pessoal, cartão de crédito, cheque especial, financiamento imobiliário e penhor.

Carlos Eduardo Carvalho, para o Valor Econômico, de São Paulo -05/03/2010.

O bloqueio da liquidez dos haveres financeiros ocorrido em março de 1990, o Plano Collor, não foi "teoricamente imprevisível" ou "exótico" nem simplesmente voluntarismo de governantes fascinados por aventuras. O rápido descontrole da liquidez e da inflação em poucos dias não decorreu das famosas "torneirinhas", exceções abertas por pressões "políticas" e "sociais, e, sim, da presteza com que o Banco Central recompôs a liquidez para destravar o sistema bancário.

Reportagem de capa: Mário Torós, diretor de política monetária do BC, revela piores momentos da turbulência financeira no Brasil e detalha corrida bancária com saques estimados em R$ 40 bi em apenas uma semana e ataque especulativo de US$ 5 bilhões em dez

Há 20 anos, o Brasil era surpreendido pelo Plano Collor, o mais traumático de todos os pacotes econômicos, aquele que confiscou a poupança dos brasileiros. O medo da hiperinflação motivou, há 20 anos, o governo Collor a executar um dos planos econômico

Cada vez mais raras no mercado, células que foram ícones do plano de estabilização econômica lançado em Primeiro de Julho de 1994 devem desaparecer totalmente até o fim do ano

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