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Opções vão de cursos caseiros a consultor externo

O empresário Elídio Biazini orienta a equipe de televendas da Dídio Pizza, que fornece treinamento de abordagem ao cliente

"Vender um produto é hoje considerado démodé. A impressão que o consumidor tem é a de que todo produto é exatamente igual, o que muda são as 'emoções' escondidas nos anúncios"

Fonte: www.lideraonline.com.br - Data: 26/03/2010

Mais que parte integrante da venda, a prospecção é um desafio permanente para todos os vendedores. Quem não sonha com aquele novo cliente, que tem possibilidade de comprar muito, é interessado e não pede descontos? Infelizmente, esse consumidor não cai do céu. Mas será mesmo que não? É preciso estar atento para encontrá-lo, pois ele aparece em filas de banco, supermercados, velórios, clubes, etc.

A renda individual já não basta como indicador social

Uma pesquisa inédita mostra que a maior parte das empresas brasileiras acredita que presta um ótimo serviço a seus consumidores. Na prática, um abismo separa autoimagem de realidade

Se homens se preocupam com estética e potência, mulheres preferem espaço e visibilidade

O IBOPE, há muito tempo, se incorporou ao vocabulário nacional como sinônimo de audiência. Se 'deu IBOPE', um programa de rádio ou TV ou mesmo um político subiu no gosto popular. Fundado em 1942, o Instituto Brasileiro de Opinião e Estatística também conseguiu o feito de se tornar o líder de pesquisas de opinião pública no Brasil - e em muitos dos doze países onde atua na América Latina -, ao mesmo tempo que consolidou credibilidade junto ao mercado de comunicação. Em 57 anos, o IBOPE acompanhou simultaneamente os mais importantes eventos da história política do país e acabou por construir um vasto banco de dados sobre o que pensou o povo brasileiro durante a segunda metade deste século.

Dados da ACNielsen mostra que itens de maior valor agregado e preço competitivo crescerem em volumes no ano passado

Os brasileiros comeram mais bolos em casa no ano passa­do. Não se procure achar a pista nos volumes de farinha de tri­go vendidos nos supermercados (tiveram queda de 0,2%) ou na utilização do fermento (caiu 4,6%). O que a indústria conseguiu vender mais em 2000 foram às misturas pa­ra bolo (14% a mais) e os bolos industrializados (4,2%). Este é apenas um exemplo de que a estagnação na indústria de alimentos, assim como na de bebidas ou higiene e limpeza, não foi tão linear como fazem crer os números globais dos setores.

Cresce no Brasil o número de casais que decidem não ter filhos ou formar uma família enxuta, com apenas uma criança Valéria Blanc, Telma Alvarenga e Elisa Martins


Como rejuvenescer sem perder a identidade? Como manter a tradição, sem perder consumidores? Essas são as questões que resumem o atual conflito das grifes de moda masculina. Diante de um público em franca expansão de consumo, o varejo de moda tenta se adiantar aos novos desejos dos homens e a um figurino mais plural do que nunca.

Pesquisa do Datafolha feita neste ano mostra que público do jornal tem superior completo e pertence às classes A e B Maior parcela está entre 23 e 49 anos, usa a internet, é de perfil liberal em relação a questões polêmicas e não tem simpatia por parti

Aquela história de que adolescentes adoram passar horas largados no sofá zapeando a tevê já faz parte do passado. Segundo uma pesquisa feita pelo Yahoo!, jovem gosta mesmo é de gastar seu tempo com a web.

Adolescentes e jovens adultos americanos consomem muitos tipos de mídia, diz o estudo, mas o uso da internet supera todos eles: em média, 16,7 horas por mês. Isso navegando, sem contar o tempo gasto para conferir o e-mail. Para a tevê, os jovens dedicam 13,6 horas mensais; para o rádio, 12 horas; mais 7,7 horas para falar ao telefone; e outras seis horas com a leitura de livros e revistas (sem contar o material escolar).


Os entrevistados disseram preferir a web por causa da possibilidade de se controlar e personalizar o conteúdo que será visto. A pesquisa foi feita pela Carat North America (da Harris Interactive) e pela Teenage Research Unlimited com 2 500 adolescentes e jovens adultos entre 13 e 24 anos.

Renata Mesquita, do Plantão INFO

 

Conveniência, sortimento e marca da loja são os atributos mais importantes levados em conta pelo consumidor no processo de compra. Esses três itens representam mais de 50% na composição da percepção do consumidor sobre determinada categoria de produto. Essa é um das principais conclusões da pesquisa O poder da marca na decisão de compra, apresentada agora a tarde durante o Fórum Internacional de Marketing e Varejo.

Do total de brasileiros com contas atrasadas, 57,08% são mulheres. Maioria já passou dos 30 anos e é solteira, conforme levantamento. Roupas e celulares lideram os gastos

Eliane Sobral - 17/07/2006

 O mundo não se divide mais entre ricos e pobres, homens e mulheres, jovens, adultos e crianças. A necessidade de otimizar os recursos de comunicação e ao mesmo tempo alcançar o público adequado para cada tipo de marca fez com que a agência de publicidade Y&R desenvolvesse um novo critério para identificar os múltiplos perfis de consumidores: a segmentação psicográfica.

Comprar pela internet é um hábito cada vez mais difundido entre quem tem bom poder aquisitivo. Segundo um estudo recente da consultoria C'Plus, três em cada dez pessoas das classes A e B clicam seus mouses para adquirir CDs, livros, aparelhos eletrônicos e até mesmo frutas e legumes. E as classes populares? A Treinasse, consultoria carioca especializada em análise de varejo, ouviu 1 538 pessoas das classes C e D no Rio de Janeiro, em São Paulo e em Belo Horizonte e descobriu que apenas 2,2% fazem compras pela rede. Por quê? Falta de dinheiro? Não têm cartão de crédito? Não gostam de tecnologia? São mais desconfiadas?

Eles temem a violência, correm contra o desemprego, são contra a descriminalização da maconha e a favor da diminuição da maioridade penal. Ouvem Zezé di Camargo e Luciano, admiram Ayrton Senna e preferem continuar na casa dos pais. Mas adoram a sensação de liberdade e acham que podem mudar o mundo. O mapa da juventude no Brasil surpreende por combinar traços de conservadorismo com pinceladas de maturidade. Foi o que mostrou a mais abrangente pesquisa com jovens já feita no Brasil, divulgada na semana passada. Realizado pelo Instituto Cidadania – ONG fundada por Lula há quase 15 anos e responsável por programas como o Fome Zero, o levantamento faz parte do Projeto Juventude, que tem como objetivo municiar os governos federal, estaduais e municipais com elementos úteis para a elaboração de políticas públicas direcionadas a essa faixa etária. A turma de 15 a 24 anos tachada de geração Coca-Cola – e, mais recentemente, de geração zapping (aquela que faz tudo ao mesmo tempo e não se concentra em nada) – espelha idéias, temores, crenças e hábitos semelhantes aos de outras idades. Entre novembro e dezembro de 2003, foram aplicados 3.500 questionários domiciliares, cada um com 158 questões, em todos os Estados, distribuídos por região de moradia, gênero e idade, conforme padrões sugeridos pelo Censo.

Tido como conservador, o mineiro na verdade usa mais o computador em relação à média nacional e está mais plugado na internet do que o restante dos brasileiros. Ele também compra mais telefones celulares do que fixos, segundo dados divulgados ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O que os programas de combate à pobreza e os estudos das empresas para vender para as classes baixas têm em comum? Ambos ignoram a segmentação social e os conceitos de pobreza da própria sociedade brasileira. Um estudo realizado pela Fundação Getúlio Vargas, encomendado pela multinacional de produtos de consumo Unilever, revela um abismo entre as duas óticas. A começar pela classificação entre pobres e classe média - menos ditada pela renda e pelos padrões de consumo do que se acreditava.

No mercado consumidor brasileiro, destaca-se a presença, cada vez mais expressiva, do “single”, palavra inglesa, incorporada ao vocabulário do marketing brasileiro, que significa pessoa que vive sozinha. De acordo com o IBGE, existem no Brasil 4 milhões de domicílios com uma só pessoa. O single passou a ser alvo de algumas indústrias de alimentos, bebidas, de produtos de higiene pessoal e de limpeza doméstica. O mesmo censo do IBGE demonstra que as pessoas estão casando menos e com mais idade, principalmente nos extratos mais ricos da população, e as separações formais (divórcios e desquites) estão acontecendo mais cedo e em número maior a cada ano pesquisado.

Dispositivos de espionagem são cada vez mais vendidos na internet e em lojas populares

     Como qualquer pessoa, os supergordos querem freqüentar hotéis de praia e se esbaldar na piscina. Mas como um obeso pode se divertir se os bons lugares parecem feitos sob medida para garotões de barriga malhada e meninas com cinturinhas de Gisele Bündchen? Demorou, mas enfim alguém antenado percebeu a demanda e tratou de oferecer o produto: o primeiro resort para gordões foi inaugurado neste mês em Cancún, o badalado balneário no México. À beira do deslumbrante mar azul do Caribe, o Freedom Paradise foi planejado para as necessidades de hóspedes que já passaram, e muito, dos 100 quilos. Nem pense em regime de spa, dietas alimentares ou instrutores empenhados em colocar os hóspedes para malhar. Ao contrário, o conceito do hotel é ajudar o obeso a viver bem e feliz com seus quilos extras. Logo na recepção, uma placa indica a filosofia do lugar: "Seja grande, seja livre".

Durante quatro meses, nossos repórteres conviveram com famílias da classe C paulistana. O relato dessa imersão vai muito além das pesquisas convencionais. As sutilezas do estilo de vida da nova classe média revelam os hábitos e sonhos de cerca de 30 milhões

Durante quatro meses, nossos repórteres conviveram com famílias da classe C paulistana. O relato dessa imersão vai muito além das pesquisas convencionais. As sutilezas do estilo de vida da nova classe média revelam os hábitos e sonhos de cerca de 30 milhões

Bianca Melo

 No médio prazo, o país pode se tornar uma nação de aposentados. O levantamento do IBGE mostra que crianças e adolescentes de até 14 anos eram 30,8% da população em 1997 e, hoje, são 25,4%, uma redução de quase 18% em dez anos.

          Índices de audiência são uma ferramenta importante, mas não suficiente, para quem quer compreender a relação do público com a televisão. O ideal é que eles sejam complementados de tempos em tempos com outras formas de pesquisa, que abordem com mais minúcia os hábitos do espectador. Essas pesquisas são raras no Brasil. No ano passado, o Instituto Datanexus realizou um grande estudo desse tipo. Usou os dados internamente por alguns meses, e agora decidiu divulgá-los. VEJA teve acesso exclusivo ao material, fruto de entrevistas com 3.800 pessoas da região metropolitana de São Paulo. Carlos Novaes, diretor do Datanexus e coordenador do estudo, afirma que os resultados podem ser aplicados a outros grandes centros urbanos brasileiros, mas não a cidades pequenas, onde o cotidiano é organizado de maneira diferente. A pesquisa é rica em informações curiosas – e até surpreendentes. Ela mostra que as mulheres mandam no controle remoto na maioria dos lares. Revela que a TV agrega as famílias e dá ensejo a diálogos em casa. E indica que as pessoas dão grande valor ao jornalismo, considerado um item fundamental da programação até mesmo quando o intuito do espectador é divertir-se.

          Segundo os números do Datanexus, em 33% dos domicílios é a dona da casa quem manda na televisão na maior parte do dia. O poder feminino aumenta conforme diminui a renda familiar, e não o contrário. "Esse é um dos pontos em que a mulher menos abastada faz valer seus direitos dentro do lar", diz Novaes. O auge da influência ocorre à noite, entre as 18 horas e a meia-noite. Só depois disso o controle passa às mãos do marido ou do filho homem. As meninas são "teleoprimidas", segundo a pesquisa. Raramente têm a chance de escolher o programa a ser visto pela família. Deve-se destacar uma tendência: a liberdade das crianças diante da TV cresce cada vez mais, sobretudo quando há mais de um televisor na casa. Na classe A, 34% das crianças já têm um aparelho só para elas.

         É comum pensar que a televisão isola as pessoas, mas os números do Datanexus não confirmam essa tese. Dos entrevistados, 59% disseram que é melhor ver TV acompanhado. A principal razão para isso é a oportunidade para trocar idéias com amigos ou familiares. "É um preconceito dizer que a televisão desagrega. Nossa pesquisa verificou que as pessoas adoram estar juntas para comentar os programas", diz Novaes. No contexto familiar, a TV também ajuda os pais a sondar o pensamento dos filhos sobre vários assuntos. Talvez por isso, os mais jovens estão entre aqueles que dão corpo ao time dos espectadores solitários. Assim fica mais fácil fugir à sondagem paterna. A justificativa mais freqüente para o hábito de ver televisão sozinho, contudo, é que desse modo é possível "entender melhor" a atração: 41% dos entrevistados deram essa explicação. Outra curiosidade é a forte relação entre comida e TV: 66% das pessoas fazem as refeições diante do aparelho, além de consumir regularmente petiscos enquanto assistem aos programas.

         O aspecto mais surpreendente da pesquisa está num segmento dedicado a discutir a "programação ideal". Cada entrevistado era estimulado a montar sua própria grade de atrações. Foi-lhes pedido para montar duas programações: uma que privilegiasse a diversão e outra, a qualidade. Os tipos de programa eram ordenados segundo a importância que o espectador lhes dava. O resultado é diferente daquele que se poderia esperar com base nos índices de audiência coletados diariamente. As novelas, por exemplo, estão entre as maiores audiências da televisão brasileira e costumam ter mais público do que qualquer filme exibido no mesmo horário. Nas grades idealizadas pelos participantes da pesquisa, contudo, a situação se inverte, e os filmes parecem ser mais apreciados que as novelas – mesmo quando o propósito é a diversão. Isso talvez seja indício de um preconceito: as pessoas se envergonham de dizer que apreciam novelas. O Datanexus não tem uma teoria para explicar o fenômeno. Outro dado interessante é o valor atribuído aos programas jornalísticos – tanto os sérios quanto os sensacionalistas. Eles aparecem no topo dos dois tipos de ranking. "As pessoas se sentem mergulhadas num mundo muito competitivo. Ficar desinformadas é inaceitável para elas, equivale a ficar em desvantagem", diz Novaes. "Elas querem, no entanto, receber informação de uma forma agradável, daí o jornalismo estar em segundo lugar no ranking que privilegia o entretenimento." Em contraste com os jornalísticos, os programas de auditório foram relegados para o fim das listas – sinal de que vê-los é um hábito arraigado, mas não muito prezado, entre os telespectadores.

Ricardo Valladares

Veja 1831

Um site de reclamações na internet encurta o caminho para os consumidores que querem fazer valer seus direitos

DINHEIRO JOVEMO país tem 35 milhões de adolescentes. Eles se distribuem por todas as regiões, sempre com muita disposição para gastar em lazer, roupas e tudo que caia no gosto da turma. Mas para conquistá-los é preciso falar a mesma língua.

         Aumentos nas vendas sempre são festejados com churrasco pelos mais de 100 funcionários da Niely, empresa de cosméticos de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. Uma presença obrigatória nesses eventos é o carioca Daniel de Jesus, dono e presidente da empresa. Nos últimos meses, ele participou de várias dessas churrascadas. Em 2003, as vendas da Niely chegaram a 70 milhões de reais, um aumento de 25% em relação ao ano anterior. "Crescemos acima das nossas previsões", diz João Freitas, gerente de produtos da empresa.

Pesquisas e filmagens nas gôndolas ajudam redes a influenciar compras

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